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Lingua Espanhola: Cultura e Curiosidades Culturais
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Início
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A expansão da Língua Espanhola
O espanhol é a segunda língua mundial mais utilizada como veículo na comunicação internacional e o
terceiro idioma oficial no campo da política internacional, da economia e da cultura, sendo a língua
materna de aproximadamente 330 milhões de pessoas no mundo. O espanhol é a língua oficial em 21 países.
Em dez anos, duplicou-se no mundo inteiro a demanda por cursos de espanhol. Estima-se que 100 milhões de
pessoas falam espanhol como segunda língua. Nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, o espanhol é a
língua estrangeira mais estudada. De fato, o espanhol é a língua estrangeira mais estudada nos países
não hispânicos da América e da Europa.
Hoje é a língua oficial da ONU e seus organismos, da União Européia e outros organismos internacionais.
Os países latino-americanos têm um forte crescimento econômico, o que os torna importantes sócios comerciais.
Fonte: Instituto Cervantes
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A verdade sobre a siesta: necessidade de dormir depois de comer é verdadeira.
Glicose liberada após refeições grandes desliga mecanismo do cérebro que nos mantém acordados e alertas
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LONDRES. Sentir sono após comer não é uma questão de preguiça. É um mecanismo natural do organismo.
Pesquisadores britânicos anunciaram ter descoberto o motivo de sentirmos sono após uma refeição. Há uma
justificativa biológica para siesta. Segundo um estudo, níveis de glicose no sangue elevados, como os
liberados após uma boa refeição, podem desligar as células do cérebro que normalmente mantêm as pessoas
acordadas e alertas.
A pesquisa da Universidade de Manchester, na Inglaterra, está na última edição da revista médica “Neuron”.
O coordenador do estudo, Denis Burdakov, disse que a descoberta tem uma possível explicação. A sonolência
poderia ajudar a conservar a energia obtida da comida.
A pesquisa da Universidade de Manchester, na Inglaterra, está na última edição da revista médica “Neuron”.
O coordenador do estudo, Denis Burdakov, disse que a descoberta tem uma possível explicação. A sonolência
poderia ajudar a conservar a energia obtida da comida.
Isso pode não fazer qualquer sentido agora e ainda contribuir para o ganho de peso, mas o ser humano em
sua origem era um caçador – coletor, que travava uma luta diária em busca de alimento. Assim, qualquer
caloria fazia diferença, explicou Burdakov à revista britânica “New Scientist”. Mecanismo semelhante
existe em animais, que também costumam dormir após comer.
As células desligadas pela comida se chamam neurônios orexina. Eles produzem proteínas, as orexinas,
essenciais para o sistema de vigília. Esses neurônios ficam menos ativos à noite. Pessoas com narcolepsia
(mal que causa sono freqüente e repentino) têm falhas nesses neurônios. Segundo a “New Scientist”,
alterações na sensibilidade desses neurônios à glicose poderiam levar à obesidade porque eles também
ajudam a regular o apetite e o metabolismo.
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Culinária Espanhola
Saúde & Qualidade de Vida - Curiosidades
As diferentes cozinhas espanholas formam um conjunto gastronômico de destaque no hábito alimentar do
Ocidente, juntamente com a cozinha francesa e a italiana. Na cozinha espanhola destacam-se as cozinhas
basca, seguida da catalã e da andaluza.
A Espanha possui uma culinária autêntica e bastante diversificada, reflexo das línguas e hábitos regionais
de suas 17 comunidades autônomas. No noroeste, à beira do Oceano Atlântico, entre a Galícia e o País Basco,
o clima, a paisagem, a vegetação e os sabores são completamente diferentes dos da ponta meridional da
Andaluzia, entre o Estreito de Gibraltar e o Golfo de Cádiz.
A cozinha espanhola é marcada pela diversidade de pratos regionais, resultado da misseginação de vários
hábitos alimentares e cultura, dos povos que se fixaram na Ibéria. Ligados por um mar comum, os povos
mediterrâneos, incluindo os espanhóis, desfrutaram durante séculos de um intenso intercâmbio de alimentos.
Mercadores fenícios, depois gregos e cartagineses atravessaram essas águas com regularidade. No entanto,
foram os árabes, que dominaram a região a partir do século VIII, que mais marcaram os hábitos alimentares
dos espanhóis, contribuindo para a formação da gastronomia espanhola.
Os árabes, exímios comerciantes, levaram à região o arroz e as especiarias, até hoje amplamente utilizadas,
como o açafrão. Ingrediente indispensável à paella, ele é hoje um dos condimentos mais caros no mercado,
produzido quase que exclusivamente pela Espanha. Os árabes foram ainda os responsáveis pelas primeiras
plantações de laranja nas terras ibéricas e apresentaram aos espanhóis os segredos da destilação – técnica
que permitiu a fabricação do xerez, bebida que aromatiza muitas receitas locais.
Os romanos introduziram a famosa trilogia mediterrânea - pão, azeite e vinho.
Os árabes, fruto de uma permanência de quase oito séculos, introduziram o arroz,
a laranja, o açafrão, a canela, o alho, entre muitos outros produtos.
A partir do século XV, época das grandes navegações, os espanhóis assimilam alimentos do continente americano,
como o milho, o tomate, o pimentão, o cacau e a batata. Com o passar dos séculos, a cozinha local mesclou os
ingredientes estrangeiros com os típicos do mediterrâneo, como peixes e frutos do mar, abundantes na extensa
costa marítima, aves, porco, carneiro e cabra, azeite de oliva, alho, cebola e salsa. Cada uma das regiões
locais criou, respeitando seus costumes, clima e geografia, sua especialidade.
No País Basco, por exemplo, a maioria dos pratos é à base de frutos do mar. Nos restaurantes do sul brilha
a carne grelhada e o gazpacho. No centro do país, as melhores receitas são as de leitão e cordeiro assados
no forno a lenha. Nas cidades do leste, principalmente em Valência, a paella é o prato principal.
De maneira geral, na Espanha come-se:
No Sul: porco e arroz;
No Norte: carne de vaca e batatas;
No Centro: carneiro e grão-de-bico;
No litoral: peixe e mariscos.
Além disso, o leitão assado, as empanadas, com recheios variados, as sopas grossas de peixe, legume e
embutidos, testemunham a exuberância da gastronomia espanhola. Alguns pratos ultrapassaram as fronteiras
geográficas, tornando-se uma referência internacional quando se fala de cozinha espanhola. É o caso dos ovos
à flamenca (cozidos no forno em cima de um picado de carne e de legumes bem condimentados e guarnecidos de
ervilhas, aspargos e pimentões), o "gaspacho" andaluz, modelo de todas as sopas frias com ingredientes
variados e, evidentemente, a "paella" nacional, coberta de "sangue de ouro" (açafrão).
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